A BÚSSULA DE MAGDBURGO E O SINAL QUE DEIXA MERZ DESCONFORTÁVEL
A moção AfD-BSW na Saxônia-Anhalt (RFA)como ensaio de uma nova oposição à política federal
A moção AfD-BSW na Saxônia-Anhalt (RFA)como ensaio de uma nova oposição à política federal
A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, mas nem todas as alterações devem ser encaradas como normais. Uma hemorragia após a menopausa merece atenção: pode ter causas benignas, mas também ser um sinal de cancro do endométrio, pelo que deve ser avaliada.
“Entrei e não pude deixar de reparar numa criança a ler um livro!” O espanto deste amigo numa sessão solene de um jornal a comemorar 125 anos (O Concelho de Estarreja) tem de facto um significado interessante. O ‘normal’ seria a criança, que tinha nove anos, estar ‘agarrada’ a um tablet, a entregar-se com o nefasto vício de jogos.
Artigo de opinião de Carla Reizinho, Neurocirurgiã na Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental e no Hospital da Luz, Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)
Ter um cancro do pulmão, já é por si só, um fardo. Mas este fardo aumenta exponencialmente quando a cabeça começa a funcionar: será que tenho cura?; Não quero ter dores; não quero morrer com falta de ar; será que vou ver o meu neto casar?.
Artigo de Opinião de Sara Policarpo, Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica, ULS Santa Maria, Faculdade de Medicina Universidade de Lisboa, membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)
Pergunte a um português quantas línguas se falam em Portugal. Na melhor das hipóteses, ouvirá: o português e o mirandês. Poucos juntarão uma terceira, e menos ainda saberão que ela vive no Alentejo, colada à fronteira, numa vila com menos de dois mil habitantes. Chama-se barranquenho, fala-se em Barrancos, e acaba de receber aquilo que só as línguas a sério costumam ter: uma gramática.
Partir um espelho, diz a superstição, é sinónimo de sete anos de azar, e contra o azar pouco se pode fazer. Mas os cerca de 194 ossos que, todos os dias, se partem em Portugal nada têm a ver com a má sorte. O responsável é a osteoporose e, ao contrário do azar, estas são fraturas que podem ser evitadas.
Artigo escrito por Mónica Velosa, Médica Gastrenterologista, Presidente do Núcleo de Neurogastroenterologia e Motilidade Digestiva (NMD) da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG)