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Opinião

Ambulâncias retidas nos hospitais colocam em risco a resposta da Emergência Pré-Hospitalar no Algarve

Ambulâncias retidas nos hospitais colocam em risco a resposta da Emergência Pré-Hospitalar no Algarve

Federação de Bombeiros do Algarve, AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve

A República Portuguesa das hierarquias invertidas

A República Portuguesa das hierarquias invertidas

Há um problema que se está a tornar cada vez mais visível na Administração Pública portuguesa e sobre o qual se fala pouco. Em demasiados setores, a experiência deixou de ser devidamente valorizada, a responsabilidade nem sempre é recompensada e as hierarquias, que deveriam garantir justiça e eficácia, acabam frequentemente por produzir o efeito contrário. Não se trata de defender privilégios nem de regressar a modelos autoritários. Trata-se de perceber que uma instituição começa a enfraquecer quando deixa de distinguir quem construiu um percurso de quem acabou de o iniciar.

O ensino do Português esqueceu-se dos livros eternos

O ensino do Português esqueceu-se dos livros eternos

Há uma pergunta que me acompanha há algum tempo sempre que se discute o ensino do Português nas escolas: que livros devem acompanhar um jovem durante a sua formação?

O Governo olhou para o fundo do mar

O Governo olhou para o fundo do mar

Há lugares onde a História se ergue em pedra e Portugal escreveu-a também nas profundezas do oceano.

Hemodiálise em férias: Um direito que não deve tirar férias

Hemodiálise em férias: Um direito que não deve tirar férias

Artigo de opinião de Cristina Pires, Clinical Services Specialist South na DaVita Portugal

Subir para uma mota tem algo de medieval

Subir para uma mota tem algo de medieval

Há gestos que sobrevivem às épocas, às revoluções tecnológicas e às mudanças da própria civilização. Enquanto historiador, habituei-me a procurar continuidades onde a maioria apenas identifica rupturas. Talvez seja por isso que nunca consegui olhar para uma mota apenas como um meio de transporte. Sempre que passo a perna por cima dela tenho a estranha sensação de estar a repetir um gesto que acompanha a Humanidade há muitos séculos. Antes de existirem motores, homens e mulheres montavam cavalos para trabalhar, combater, transportar mensagens, partir em peregrinação ou simplesmente regressar a casa. Hoje fazemos praticamente o mesmo movimento. Mudaram os materiais, mudou a velocidade e mudou o combustível, mas o corpo continua a assumir quase a mesma postura de quem, durante centenas de anos, encontrou no cavalo a extensão natural da sua liberdade.

“O Algarve não precisa de demagogia rodoviária. Precisa de verdade e mobilidade sustentável”

“O Algarve não precisa de demagogia rodoviária. Precisa de verdade e mobilidade sustentável”

A recente indignação dos deputados socialistas eleitos pelo Algarve perante a ausência da região no novo pacote nacional de investimentos rodoviários seria mais convincente se não viesse carregada de esquecimento selectivo. O Algarve tem razões antigas para se sentir prejudicado em matéria de mobilidade, mas a primeira obrigação de quem exerce mandato público é dizer a verdade inteira, não apenas a parte que convém ao combate partidário do momento.