(Z1) 2024 - CM de Vila do Bispo - Birdwatching

Opinião

AMOR

AMOR

“Se nada nos pode salvar da morte, ao menos que o amor nos salve da vida.”(Pablo Neruda)

A 1ª República gozada pelo povo

A 1ª República gozada pelo povo

"Um português, uma tristeza; dois portugueses, uma discussão; três portugueses, uma revolução."

Crescer sem planear é hipotecar o futuro de Lagos

Crescer sem planear é hipotecar o futuro de Lagos

Nos últimos anos, Lagos tem assistido ao licenciamento e construção de um número muito significativo de novos hotéis. Alguns já se encontram em construção, enquanto outros aguardam ainda a conclusão dos respetivos processos de licenciamento.

VOLTANDO AO ACORDO OROGRÁFICO

VOLTANDO AO ACORDO OROGRÁFICO

Ao ler-se o artigo “O Acordo Ortográfico ainda não pode ser julgado” de Paulo Freitas do Amaral, verifica-se que o artigo é um primor de retórica histórica, mas peca por determinismo tecnológico. Ele olha para as redes de informação como um mero eco do Acordo, quando, na verdade, elas são o seu principal campo de batalha. Longe de tornarem o Acordo irreversível, as novas tecnologias expõem as suas incongruências diariamente, mantendo viva a grafia anterior nos motores de busca e permitindo, pela primeira vez na História, uma flexibilidade ortográfica em tempo real. Se o autor estivesse certo, a inteligência artificial já teria resolvido a questão; mas a realidade é que a IA gera constantemente erros e confusões entre as variantes, provando que o Acordo não é uma realidade cultural consolidada, mas uma norma administrativa em permanente tensão com a prática viva da língua, uma tensão que a tecnologia, afinal, tornou mais visível, e não mais pacífica.

USO E ABUSO DA LINGUAGEM E A REESCRITA DO PASSADO

USO E ABUSO DA LINGUAGEM E A REESCRITA DO PASSADO

Já não bastava reescrever as palavras, mas até já se começa a querer reescrever a memória

Muito sol, pouca vitamina D: o paradoxo dos portugueses

Muito sol, pouca vitamina D: o paradoxo dos portugueses

Bruno Moreno

Médico de Família da Unidade de Saúde Familiar (USF) Coimbra Sul

"Sidónio Pais, não durmas... senão cais"

"Sidónio Pais, não durmas... senão cais"

A História portuguesa guarda expressões que atravessam gerações porque encerram em poucas palavras o espírito de uma época. "Sidónio Pais, não durmas... senão cais" foi uma delas. Muito mais do que um simples estribilho popular, traduzia a consciência de que Portugal vivia dias perigosos e de que o homem que então presidia à República caminhava sobre um terreno onde a violência política continuava a ser uma realidade.

Os 900 anos de Portugal merecem esta ambição

Os 900 anos de Portugal merecem esta ambição

Há datas que pertencem ao calendário. E há datas que pertencem à alma de um povo. Os 900 anos da fundação de Portugal inserem-se claramente na segunda categoria. Não estamos perante mais uma efeméride. Estamos perante um momento raro, daqueles que acontecem apenas uma vez em muitas gerações e que obrigam o país a olhar para a sua própria identidade.

OS ERROS DO ACORDO ORTOGRÁFICO

OS ERROS DO ACORDO ORTOGRÁFICO

Pluricentrismo significa respeitar e cultivar cada variante, nunca apagá-las.

Refutação analítica aos pressupostos históricos e tecnológicos do Acordo Ortográfico

Refutação analítica aos pressupostos históricos e tecnológicos do Acordo Ortográfico

Prezado Senhor Paulo Freitas do Amaral,  autor do artigo “O Acordo Ortográfico ainda não pode ser julgado”.