A LUTA PELO PODER NA FUTURA ORDEM MUNDIAL
Do que se trata realmente na Ucrânia e em Gaza
Há uma mudança silenciosa a acontecer na educação portuguesa que merece muito mais atenção do que aquela que tem recebido, porque, sem alterar necessariamente a idade em que uma criança entra na escola ou o momento em que começa formalmente a aprender a ler, está a modificar a forma como olhamos para os anos que antecedem o primeiro ciclo e, sobretudo, para aquilo que pode e deve acontecer durante o pré-escolar.
Houve um tempo em que um eclipse do Sol era acontecimento suficiente para fazer parar uma rua, juntar uma família à janela ou levar uma multidão para a praça, para o campo ou para o largo da aldeia, porque havia qualquer coisa de extraordinário em ver a Lua passar diante do Sol e transformar, ainda que por breves instantes, a luz do dia numa espécie de crepúsculo inesperado. Hoje temos óculos próprios para eclipses, transmissões em direto, aplicações que indicam ao segundo o início e o fim do fenómeno e informação científica disponível no telemóvel, mas nem sempre foi assim.
O Cancro do Pulmão é o cancro mais frequente e com maior mortalidade a nível mundial. Em Portugal, em 2022, 6155 pessoas receberam este diagnóstico e ocorreram, por cancro do pulmão, 5077 óbitos.
O debate sobre a diversidade nas sociedades europeias tem sido dominado por um discurso predominantemente emocional, onde qualquer análise estrutural sobre as diferentes matrizes culturais é rapidamente rotulada de intolerância. Ora, a defesa de um ecumenismo genuíno e da rica diversidade humana é um bem inestimável; contudo, a abertura desmedida, quando desprovida de consciência histórica, pode transformar-se numa perigosa abdicação do biótopo civilizacional europeu.
Por: Mariana Belchior, Embriologista Júnior na Ferticentro, Doutoranda na Universidade do Porto e Universidade de Aveiro e Bruno Barauna, Responsável pela Qualidade no Laboratório e Embriologista na Ferticentro
Ao longo dos anos, escrevi muitos artigos de opinião sobre temas ligados à educação, à cultura e às políticas públicas. Uns geraram debate, outros passaram quase despercebidos. Mas há momentos que nos fazem acreditar que vale sempre a pena escrever quando se está convicto de uma causa.
Todos conhecemos os efeitos nocivos do consumo do tabaco.