COM DEUS A JANELA É MAIOR
Fé, crença e instituição entre os limites da linguagem e a vastidão do horizonte humano
Fé, crença e instituição entre os limites da linguagem e a vastidão do horizonte humano
Quando um animal morre, há uma casa que fica diferente, não apenas porque desaparece uma presença que durante anos fazia parte da rotina familiar, mas porque se altera uma espécie de equilíbrio silencioso a que nos habituámos sem nunca lhe darmos grande importância: deixamos de ouvir as patas no chão, de encontrar aquele olhar à porta quando chegamos, de ver o animal ocupar o seu lugar habitual, de falar com ele sem esperar uma resposta e, tantas vezes, de lhe confiar silenciosamente aquilo que não conseguimos ou não queremos dizer a mais ninguém, até que chega o dia em que esse lugar fica vazio e percebemos, talvez demasiado tarde, que aquele animal que para quem olha de fora era simplesmente um cão, um gato ou outro animal de companhia, para nós era uma parte da nossa própria história.
Em resposta ao tempo de espera de doentes urgentes Tiago Botelho afirma que “espera de 10 horas não colocaram em causa os resultados finais”
Há uma mudança silenciosa a acontecer na educação portuguesa que merece muito mais atenção do que aquela que tem recebido, porque, sem alterar necessariamente a idade em que uma criança entra na escola ou o momento em que começa formalmente a aprender a ler, está a modificar a forma como olhamos para os anos que antecedem o primeiro ciclo e, sobretudo, para aquilo que pode e deve acontecer durante o pré-escolar.
Houve um tempo em que um eclipse do Sol era acontecimento suficiente para fazer parar uma rua, juntar uma família à janela ou levar uma multidão para a praça, para o campo ou para o largo da aldeia, porque havia qualquer coisa de extraordinário em ver a Lua passar diante do Sol e transformar, ainda que por breves instantes, a luz do dia numa espécie de crepúsculo inesperado. Hoje temos óculos próprios para eclipses, transmissões em direto, aplicações que indicam ao segundo o início e o fim do fenómeno e informação científica disponível no telemóvel, mas nem sempre foi assim.
O Cancro do Pulmão é o cancro mais frequente e com maior mortalidade a nível mundial. Em Portugal, em 2022, 6155 pessoas receberam este diagnóstico e ocorreram, por cancro do pulmão, 5077 óbitos.
Por: Mariana Belchior, Embriologista Júnior na Ferticentro, Doutoranda na Universidade do Porto e Universidade de Aveiro e Bruno Barauna, Responsável pela Qualidade no Laboratório e Embriologista na Ferticentro