A coluna foi feita para se mexer
Artigo de opinião de Jorge Alves, Cirurgião de Coluna (Ortopedista) na ULS do Tâmega e Sousa, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)
Artigo de opinião de Jorge Alves, Cirurgião de Coluna (Ortopedista) na ULS do Tâmega e Sousa, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)
Tudo começou com um cansaço aparentemente banal. Uma pessoa ativa, profissionalmente realizada, habituada a uma vida normal, começa a sentir que algo mudou. As escadas parecem mais longas. O percurso habitual até ao trabalho torna-se mais exigente. Ao final do dia, a energia desaparece mais depressa do que seria expectável. Primeiro atribui-se a culpa ao stress. Depois à idade. Mais tarde, à falta de descanso. Mas o cansaço não passa. Meses depois surgem outros sinais. Perda de peso sem explicação. Suores noturnos. Uma sensação constante de fraqueza. Finalmente, chega o diagnóstico: Mielofibrose. Para a maioria dos portugueses, o nome diz pouco ou nada. No entanto, para quem recebe este diagnóstico, representa uma mudança profunda na sua vida.
Dr. Carlos Carneiro – Coordenador do Núcleo de Estudos de Doenças Auto-imunes da SPMI
Quando experiência e juventude cruzam-se, renova-se o compromisso com a democracia e o futuro
Artigo de Opinião de Pedro Santos Silva, Serviço de Neurocirurgia da ULS São João, membro da direção da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)
Desafiaram-me a escrever sobre a Asma Grave e a primeira pessoa que me veio à ideia foi o meu avô Zé do Aires.