“Como posso estar mais atento aos serviços públicos essenciais e reduzir despesas nas faturas da minha casa?”
A DECO E INFORMA…
A criança de oito anos viu três aviões de combate a sobrevoar os nossos céus e de imediato perguntou: “podem largar bombas?” “Não, em Portugal não caem bombas...”, apaziguei. “Mas os russos não atiram bombas?”, insistiu a criança. “Atiram à Ucrânia, estão em guerra”.” Mas as bombas não podem cair aqui?” “Não, as bombas dos russos não chegam aqui, estamos muito longe e não estamos em guerra com eles, a Ucrânia é quem está…” “E somos amigos da Ucrânia?” “Sim”, confirmei. “Então por que não os vamos ajudar?” “Nós e os outros países da Europa amigos da Ucrânia estão a ajudar. Por exemplo, com dinheiro para eles terem comida e também com armas para se defenderem dos russos…” “E os russos podem vir aqui lançar bombas?” “A Rússia não pode entrar na Europa pois nós somos mais fortes do que eles. Vês ali as luzinhas verde e vermelha? São as cores de Portugal. Alguns destes aviões vão para países que estão próximos da Rússia, para não deixarem os aviões da Rússia entrar na Europa. Somos uma família e se alguém ataca um irmão, nós vamos defendê-lo.”
Artigo de Opinião de Luís Bagulho, médico especialista em Doenças do Fígado, Medicina Interna e Medicina Intensiva, Unidade de Transplantes do Hospital Curry Cabral, ULS São José, membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)
Semana Mundial da Alergia 2026 realiza-se entre 21 e 27 de junho de 2026
A escoliose idiopática do adolescente (EIA) é uma patologia que afeta entre 2 a 4 por cento da população mundial. É caracterizada por uma inclinação lateral da espinha dorsal, com rotação das vértebras. Apesar de ser mais notório o desvio da coluna para um dos lados, a escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna, com rotação e desvio em vários planos. A EIA é mais frequente entre o sexo feminino, sobretudo antes da primeira menstruação. Apesar de os rapazes também poderem vir a desenvolver esta patologia, a ocorrência é bem menos frequente.
Artigo de Opinião para o Dr. Pedro Semedo - Cardiologista da Affidea
Ontem revi dezenas de ex-alunos meus num sarau de ginástica. Após muitas emoções e, já em casa, com alguma frieza, revi rostos, momentos e ensinamentos e percebi que o tempo também nos pode dar felicidade, por permanecermos no coração e na memória de quem partilhou conhecimento e sentimento numa sala de aula connosco.
Guilherme Rosado, Investigador na UALG é licenciado em Biologia Marinha e Mestre em Ciências Marinhas e Alterações Climáticas