“Quais as novas regras para a reparação dos produtos?”
A DECO E INFORMA…
Houve um tempo em que um eclipse do Sol era acontecimento suficiente para fazer parar uma rua, juntar uma família à janela ou levar uma multidão para a praça, para o campo ou para o largo da aldeia, porque havia qualquer coisa de extraordinário em ver a Lua passar diante do Sol e transformar, ainda que por breves instantes, a luz do dia numa espécie de crepúsculo inesperado. Hoje temos óculos próprios para eclipses, transmissões em direto, aplicações que indicam ao segundo o início e o fim do fenómeno e informação científica disponível no telemóvel, mas nem sempre foi assim.
O Cancro do Pulmão é o cancro mais frequente e com maior mortalidade a nível mundial. Em Portugal, em 2022, 6155 pessoas receberam este diagnóstico e ocorreram, por cancro do pulmão, 5077 óbitos.
Por: Mariana Belchior, Embriologista Júnior na Ferticentro, Doutoranda na Universidade do Porto e Universidade de Aveiro e Bruno Barauna, Responsável pela Qualidade no Laboratório e Embriologista na Ferticentro
Ao longo dos anos, escrevi muitos artigos de opinião sobre temas ligados à educação, à cultura e às políticas públicas. Uns geraram debate, outros passaram quase despercebidos. Mas há momentos que nos fazem acreditar que vale sempre a pena escrever quando se está convicto de uma causa.
O debate sobre a diversidade nas sociedades europeias tem sido dominado por um discurso predominantemente emocional, onde qualquer análise estrutural sobre as diferentes matrizes culturais é rapidamente rotulada de intolerância. Ora, a defesa de um ecumenismo genuíno e da rica diversidade humana é um bem inestimável; contudo, a abertura desmedida, quando desprovida de consciência histórica, pode transformar-se numa perigosa abdicação do biótopo civilizacional europeu.
Todos conhecemos os efeitos nocivos do consumo do tabaco.
A DECO E INFORMA…
Ceuta voltou a ocupar as manchetes. A crise migratória, a pressão sobre uma das fronteiras externas da União Europeia e as tensões diplomáticas colocaram novamente aquela pequena cidade africana no centro da atualidade. Contudo, entre imagens de vedações, patrulhas e embarcações, há um pormenor que passa despercebido à esmagadora maioria dos portugueses. Sobre os edifícios oficiais de Ceuta continua a tremular uma bandeira que guarda, há mais de seis séculos, uma das mais extraordinárias memórias da História de Portugal.