Hemodiálise em férias: Um direito que não deve tirar férias
Artigo de opinião de Cristina Pires, Clinical Services Specialist South na DaVita Portugal
Artigo de opinião de Cristina Pires, Clinical Services Specialist South na DaVita Portugal
Há gestos que sobrevivem às épocas, às revoluções tecnológicas e às mudanças da própria civilização. Enquanto historiador, habituei-me a procurar continuidades onde a maioria apenas identifica rupturas. Talvez seja por isso que nunca consegui olhar para uma mota apenas como um meio de transporte. Sempre que passo a perna por cima dela tenho a estranha sensação de estar a repetir um gesto que acompanha a Humanidade há muitos séculos. Antes de existirem motores, homens e mulheres montavam cavalos para trabalhar, combater, transportar mensagens, partir em peregrinação ou simplesmente regressar a casa. Hoje fazemos praticamente o mesmo movimento. Mudaram os materiais, mudou a velocidade e mudou o combustível, mas o corpo continua a assumir quase a mesma postura de quem, durante centenas de anos, encontrou no cavalo a extensão natural da sua liberdade.
A recente indignação dos deputados socialistas eleitos pelo Algarve perante a ausência da região no novo pacote nacional de investimentos rodoviários seria mais convincente se não viesse carregada de esquecimento selectivo. O Algarve tem razões antigas para se sentir prejudicado em matéria de mobilidade, mas a primeira obrigação de quem exerce mandato público é dizer a verdade inteira, não apenas a parte que convém ao combate partidário do momento.
A DECO E INFORMA…
Com a chegada do calor, da humidade e dos dias de praia e piscina, aumentam também os cuidados a ter com a pele. Duas das condições mais comuns nesta época do ano são o pé de atleta e, a menos conhecida, pitiríase versicolor. É importante saber como identificá-las, mas, acima de tudo, como preveni-las.
A Doença Venosa Crónica (DVC) instala-se quando ocorre uma alteração morfológica ou funcional do sistema venoso e atinge 5 a 30% da população em idade adulta. Com a chegada do tempo quente os sintomas intensificam-se e, com o calor, a dilatação venosa aumenta a estase sanguínea. Conheça algumas medidas não farmacológicas que ajudam a diminuir os sintomas e a progressão da doença.
Artigo de opinião de Carla Reizinho, Neurocirurgiã na Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental e no Hospital da Luz, Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)
Falhas no abastecimento em Almada volta a colocar a gestão da água no centro do debate. A Organização explica como reduzir consumos, recorda os direitos dos consumidores e alerta para a urgência de renovar as redes de abastecimento.