(Z1) 2024 - CM de Vila do Bispo - Birdwatching

Opinião

O ADVOGADO DO DIABO

O ADVOGADO DO DIABO

Tinha liberdade total. Sem castigos. Sem consequências.

Tratado de "não amor" à Inteligência artificial

Tratado de "não amor" à Inteligência artificial

(Ensaio filosófico)

Cancro da bexiga: uma doença frequente, silenciosa e ainda subvalorizada

Cancro da bexiga: uma doença frequente, silenciosa e ainda subvalorizada

O cancro da bexiga permanece, paradoxalmente, uma das neoplasias mais frequentes e, simultaneamente, menos valorizadas na prática clínica e na percepção pública. De acordo com o GLOBOCAN, integra os tumores mais incidentes a nível mundial, com cerca de 600.000 novos casos e mais de 200.000 mortes anuais. Em Portugal, estima-se a ocorrência de aproximadamente 2.000 novos casos por ano, reflectindo uma carga oncológica significativa. Ainda assim, raramente recebe atenção proporcional à sua incidência e impacto, o que contribui para atrasos no diagnóstico e perda de oportunidades de intervenção precoce.

Mergulhos mal calculados: um segundo que pode mudar uma vida

Mergulhos mal calculados: um segundo que pode mudar uma vida

Artigo de opinião de Miguel Relvas Silva, Ortopedista no Serviço de Ortopedia da ULS São João e nas Unidades CUF Arrifana de Sousa, Professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Descobrir os alimentos que hidratam

Descobrir os alimentos que hidratam

Beber água vai para além de eliminar a sede! A hidratação adequada é essencial para manter o equilíbrio das funções vitais, seja a regulação da temperatura corporal ou a saúde da pele. A recomendação fala na ingestão de 1,5 a 2 litros de água por dia, mas também é importante considerar a água presente nos alimentos. E há muitas frutas e vegetais que o vão surpreender! 

PSD - Envio de Carta Aberta ao Ministro da Administração Interna

PSD - Envio de Carta Aberta ao Ministro da Administração Interna

Ao

Excelentíssimo Senhor Ministro da Administração Interna

A CRIANÇA E AS BOMBAS DE GUERRA

A CRIANÇA E AS BOMBAS DE GUERRA

A criança de oito anos viu três aviões de combate a sobrevoar os nossos céus e de imediato perguntou: “podem largar bombas?” “Não, em Portugal não caem bombas...”, apaziguei. “Mas os russos não atiram bombas?”, insistiu a criança. “Atiram à Ucrânia, estão em guerra”.” Mas as bombas não podem cair aqui?” “Não, as bombas dos russos não chegam aqui, estamos muito longe e não estamos em guerra com eles, a Ucrânia é quem está…” “E somos amigos da Ucrânia?” “Sim”, confirmei. “Então por que não os vamos ajudar?” “Nós e os outros países da Europa amigos da Ucrânia estão a ajudar. Por exemplo, com dinheiro para eles terem comida e também com armas para se defenderem dos russos…” “E os russos podem vir aqui lançar bombas?” “A Rússia não pode entrar na Europa pois nós somos mais fortes do que eles. Vês ali as luzinhas verde e vermelha? São as cores de Portugal. Alguns destes aviões vão para países que estão próximos da Rússia, para não deixarem os aviões da Rússia entrar na Europa. Somos uma família e se alguém ataca um irmão, nós vamos defendê-lo.”