Quando aprender Matemática custa mais de 100 euros, só para a máquina de calcular
O Estado orgulha-se, e bem, de facultar manuais escolares gratuitos no ensino obrigatório. É uma conquista civilizacional que contribuiu para reduzir desigualdades e garantir que nenhum aluno fique para trás por falta de livros. Mas essa lógica de justiça social parece esgotar-se quando se chega às calculadoras gráficas exigidas no ensino secundário. Livros há para todos. Calculadoras, apenas para quem pode pagar.


