“Poderemos, enquanto consumidores, ter um papel mais ativo no controle de práticas digitais, danosas para o consumidor?”
A DECO INFORMA…
Artigo de Opinião de Luís Negrão, assessor médico da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC)
Na Grécia chama-se portokáli. Na Turquia, portakal. Na Geórgia, portokhali. No Irão, porteghal. Nos países árabes, burtuqāl. Na Albânia, portokall. Na Roménia, portocală. E até nos Balcãs e no Cáucaso ecoa a mesma sonoridade. Em quase toda esta vasta região, da Europa Oriental ao Médio Oriente, o nome da laranja lembra um mesmo país: Portugal.
A Distrital do CDS-PP do Algarve congratula-se pelo resultado histórico alcançado em Portimão, onde, pela primeira vez em cinco décadas, o CDS passa a presidir à Mesa da Assembleia de Freguesia de Portimão.
Quando, em 1543, os portugueses desembarcaram na ilha de Tanegashima, no sul do Japão, levaram mais do que armas de fogo e tecidos, levaram palavras, sons e ideias. O encontro entre dois mundos tão distantes, um na ponta da Europa e outro no extremo Oriente, gerou uma das mais ricas trocas culturais do século XVI. E foi nas palavras que essa aliança se eternizou.
Ainda que o Primeiro-Ministro tenha vindo a afirmar o seu contrário, já ninguém acredita!
Artigo de Opinião de Luís Costa Matos, Professor Associado Convidado da Faculdade de Ciências de Saúde da Universidade da Beira Interior e Assistente Graduado Sénior do Serviço de Medicina Interna da ULS de Viseu Dão-Lafões
A eventual atribuição do Prémio Nobel da Paz a Donald Trump voltaria a colocar um presidente dos Estados Unidos entre os laureados de Oslo. Se tal acontecer, Trump tornar-se-á o quinto chefe de Estado norte-americano a inscrever o seu nome nesta prestigiada distinção, ao lado de Theodore Roosevelt, Woodrow Wilson, Jimmy Carter e Barack Obama.
Por Diogo Serra Licenciado em Psicologia e aluno de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde
“Tenho-te visto na SIC a toda hora, na homenagem a Pinto Balsemão!”