Floresta Amiga: marcas fortes não se afirmam pelo que dizem, mas pelo que fazem

No mundo do marketing, uma das ideias mais relevantes associadas a Philip Kotler é a importância de construir marcas através de valor, experiência e ação — e não apenas através do discurso. É precisamente neste princípio que assenta a génese da Floresta Amiga: transformar a comunicação das marcas numa ação concreta, visível e com impacto.
A Floresta Amiga apresenta-se como um selo de ação e de neuromarketing de ação, assente num princípio simples: uma marca pode dizer que se preocupa com o planeta, mas uma marca que planta uma árvore demonstra-o através de uma ação concreta.
É essa ação que constitui o centro do projeto.
Do discurso à ação
Para a Floresta Amiga, a construção de uma marca forte não termina naquilo que a empresa comunica ao consumidor. A verdadeira oportunidade está em criar uma ligação entre aquilo que a marca vende e aquilo que faz pelo mundo à sua volta.
Por isso, o selo pretende permitir que as marcas participantes associem diretamente os seus produtos ou serviços a uma ação ambiental concreta, criando um ponto de contacto emocional adicional com o consumidor.
Uma árvore plantada. Uma ação realizada. Um valor criado.
A Floresta Amiga diferencia-se precisamente por colocar a ação no centro do seu modelo.
O projeto não pretende substituir certificações ambientais, nem se apresenta como uma entidade certificadora. O seu posicionamento é o de uma ferramenta de marketing e neuromarketing, que permite às marcas comunicar uma ação ambiental concreta e criar uma associação positiva entre consumo e contribuição para a natureza.
Neste modelo, a marca não precisa apenas de dizer “somos responsáveis”. Pode dizer, de forma objetiva: “A nossa marca fez.”
E essa diferença é fundamental num mercado em que os consumidores estão cada vez mais expostos a mensagens ambientais e sociais.
O ciclo de vida de um produto não termina na venda
A Floresta Amiga parte também de uma visão mais ampla sobre responsabilidade empresarial.
O ciclo de vida de um produto não deveria terminar no momento em que o consumidor o compra. Existe uma responsabilidade que pode continuar depois da venda: a responsabilidade de reconhecer a pegada ecológica associada à atividade económica e procurar criar mecanismos concretos de equilíbrio e contribuição ambiental.
É neste espaço que a Floresta Amiga pretende atuar.
A venda pode gerar valor económico. A ação pode acrescentar valor ambiental e emocional.
Desta forma, uma marca pode transformar parte da sua comunicação numa oportunidade de participação numa ação concreta de criação de valor para a sociedade e para a natureza.
Marketing que deixa uma marca
Para a Floresta Amiga, o futuro das marcas não passa apenas por comunicar melhor. Passa por fazer melhor e comunicar aquilo que se faz.
O consumidor pode esquecer uma campanha publicitária. Pode esquecer um slogan. Mas uma ação concreta pode permanecer na memória porque existe uma realidade por detrás da mensagem.
É esse o território que a Floresta Amiga pretende ocupar: o território das marcas que não se limitam a falar de responsabilidade, mas que a transformam em ação.
Porque, no final, uma marca verdadeiramente envolvente não é apenas aquilo que diz ser. É aquilo que faz.
Mais informações: www.floresta-amiga.pt
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