Inadmissível o anúncio do governo a proceder a mais cortes no Serviço Nacional de Saúde
Ainda que o Primeiro-Ministro tenha vindo a afirmar o seu contrário, já ninguém acredita!
Ainda que o Primeiro-Ministro tenha vindo a afirmar o seu contrário, já ninguém acredita!
A eventual atribuição do Prémio Nobel da Paz a Donald Trump voltaria a colocar um presidente dos Estados Unidos entre os laureados de Oslo. Se tal acontecer, Trump tornar-se-á o quinto chefe de Estado norte-americano a inscrever o seu nome nesta prestigiada distinção, ao lado de Theodore Roosevelt, Woodrow Wilson, Jimmy Carter e Barack Obama.
Por Diogo Serra Licenciado em Psicologia e aluno de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde
“Tenho-te visto na SIC a toda hora, na homenagem a Pinto Balsemão!”
Professor Manuel Carrageta, Presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia
Há episódios na génese de Portugal que se perderam entre o brilho das vitórias e a penumbra dos arquivos. Entre os feitos que a memória consagrou e os gestos que a prudência esqueceu, existe um instante de severa ambiguidade: aquele em que D. Afonso Henriques, após a conquista de Lisboa, mandou escravizar mil homens moçárabes. O mesmo rei que a tradição coroou como libertador de terras e de almas decidiu, com mão firme e fé inabalável, reduzir à servidão cristãos que falavam árabe e rezavam, talvez, num latim esquecido.
Poucos lisboetas imaginam que uma expressão tão corriqueira e viva como “estou de banco”, dita por médicos e enfermeiros a anunciar o início do seu turno, carrega séculos de história dentro dela. É uma dessas heranças silenciosas que atravessam o tempo, nascidas nas salas austeras do Real Hospital de Todos os Santos, onde se misturavam o saber, o cheiro dos unguentos e o rumor dos sofredores que enchiam os claustros da cidade.
Desde fevereiro de 2022 e com a escalada da inflação, a DECO PROteste tomou a iniciativa de realizar uma análise semanal dos preços de um cabaz constituído por 63 Produtos Alimentares Essenciais.
A história do terramoto de Lisboa de 1755 é amplamente conhecida: a cidade foi devastada pelo sismo, pelo incêndio e pelo maremoto. Menos conhecidas são, porém, as tragédias que se seguiram nos meses posteriores, quando Lisboa, ainda em ruínas, foi atingida por novas intempéries. Uma dessas calamidades foi a tempestade de dezembro de 1755, referida em correspondência diplomática e eclesiástica da época, nomeadamente nas cartas do núncio apostólico Filippo Acciaiuoli, que relatava a Roma o estado desolador da capital portuguesa.