Alimentação e Saúde: um equilíbrio essencial também na Doença Hemorroidária
Por Dra. Raquel Paz, Assistente de Medicina Geral e Familiar
Por Dra. Raquel Paz, Assistente de Medicina Geral e Familiar
“O ambiente aquece muito”. Foi assim que um distinto amigo comentou as eleições autárquicas...
Há um país inteiro escondido sob o pó das estradas e o silêncio dos montes — e esse país chama-se Portugal. Um território onde o passado ainda respira, mas que o presente insiste em ignorar. Em pleno século XXI, continuamos a viver de costas voltadas para o nosso património mais antigo: aquele que foi erguido à força de braços, antes de haver templos, reis ou palavras.
José Albino, Presidente da RESPIRA e do Movimento Doentes pela Vacinação (MOVA)
Poucos episódios da história portuguesa conjugam tão intensamente o segredo, a intriga e a política como o destino dos infantes da Palhavã. Filhos ilegítimos de D. João V, nascidos de diferentes mães — freiras, damas e cortesãs do seu círculo mais íntimo —, viveram à sombra do trono, protegidos e ocultados por conveniência de Estado. O esplendor barroco da corte escondia, sob os véus do ouro e da fé, as contradições de um rei que, devoto e voluptuoso, quis fazer de Portugal um império de luz, mesmo que a sua dinastia se fundasse em silêncios e bastardia.
Artigo de opinião de Natália Oliveira – Núcleo de Estudos de Doenças Autoimunes da SPMI / Coordenadora da Unidade de Doenças Autoimunes da ULSTS
A tarde de 14 de agosto de 1385 permanece na alma portuguesa como o instante em que a inteligência venceu a força. Entre Alcobaça e Leiria, um punhado de homens comandado por D. Nuno Álvares Pereira enfrentou o exército de Castela, numeroso, confiante e cercado de nobreza. O que parecia uma luta desigual tornou-se uma aula de estratégia militar e um dos maiores símbolos da identidade nacional.
Desde fevereiro de 2022 e com a escalada da inflação, a DECO PROteste tomou a iniciativa de realizar uma análise semanal dos preços de um cabaz constituído por 63 Produtos Alimentares Essenciais.
Artigo de opinião de Ângela Rodrigues, Hepatologista e Membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), e Joana Calvão, Hepatologista e Membro da APEF