O Algarve não é terreno para aventuras extremistas
Artigo de Opinião Alexandre Guedes Silva - Comissão Política Distrital do CDS-PP
Artigo de Opinião Alexandre Guedes Silva - Comissão Política Distrital do CDS-PP
O fígado é um órgão com múltiplas e diferentes funções, entre elas: a síntese de proteínas, lípidos e hidratos de carbono; o armazenamento e libertação de hidratos de carbono na circulação, permitindo manter estáveis os níveis de açúcar no sangue; a síntese de ácidos biliares, para a produção de bílis; destoxificação, convertendo produtos tóxicos noutros passiveis de ser excretados; e ainda uma importante função imunológica, contribuindo no combate a infeções.
O que ingerimos desempenha um papel fulcral na qualidade do sono. A gordura e o açúcar potenciam as insónias e os sonos soltos, enquanto uma alimentação equilibrada melhora a qualidade e os seus ciclos.
Luísa Pereira - Coordenadora do Núcleo de Estudos de Doenças Raras da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna
O sinal secreto dos miguelistas no século XIX permanece como uma das facetas mais discretas e fascinantes da memória política portuguesa. A Ordem de S. Miguel da Ala, refundada em 1828, antes mesmo de eclodir a guerra civil, organizava-se em núcleos dispersos pelo país, chamados capítulos, permitindo que o movimento legitimista se mantivesse vivo, nobre e religioso, mesmo quando confrontado com adversários e perigos. Entre os sinais de reconhecimento, o mais eficaz e simples era o uso dos forros vermelhos nos casacos, cor que remetia diretamente ao brasão da ordem, evocando coragem, fidelidade e sacrifício. Após 1834, com a derrota militar e a passagem do miguelismo à clandestinidade, estes forros tornaram-se mais do que um detalhe de vestuário: eram marcas de pertença, laços de confiança entre famílias do Minho, como os da Casa do Guardal e da Casa do Entreposto, em Guimarães, que mantinham estes sinais discretos de reconhecimento entre aliados.
Há acontecimentos que, embora circunscritos a uma realidade local, revelam fragilidades mais profundas do Estado e da forma como uma comunidade política se relaciona com a sua própria memória. O recente episódio ocorrido em Alcácer do Sal, amplamente noticiado pela imprensa nacional, em que cerca de seis mil peças arqueológicas ficaram submersas em consequência das cheias, deve ser compreendido precisamente nessa perspetiva mais ampla. Não estamos perante um simples acidente provocado pela natureza, mas diante de um facto que interpela diretamente a responsabilidade pública na preservação do património cultural.
Há quem se interrogue sobre a razão de tantas habitações de Alcácer do Sal se encontrarem tão próximas da água. À luz das preocupações contemporâneas com cheias e riscos naturais, essa proximidade pode parecer ousada. Contudo, a explicação não reside na imprudência, mas numa coerência histórica que atravessa milénios.
A DECO INFORMA…
Pedro Bento Carreira - Núcleo de Estudos de Insuficiência Cardíaca da SPMI