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Floresta Amiga defende um novo paradigma para as marcas: o ciclo de vida de um produto não começa na publicidade nem termina na compra

Floresta Amiga defende um novo paradigma para as marcas: o ciclo de vida de um produto não começa na publicidade nem termina na compra

A iniciativa propõe às empresas uma visão de marketing mais sistémica, assente em ações ambientais concretas, simples, mensuráveis e com impacto positivo na reputação das marcas.

As marcas mais fortes não são construídas apenas através de campanhas publicitárias, promoções ou estratégias de venda. São construídas muito antes de o consumidor encontrar o produto no ponto de venda — e a sua responsabilidade não deveria terminar no momento em que a compra é realizada.

É esta a visão que está na base da Floresta Amiga, iniciativa que pretende aproximar o marketing da ação concreta, propondo às empresas uma nova forma de olhar para o ciclo de vida dos seus produtos e das suas marcas.

Para a Floresta Amiga, uma marca tem uma personalidade que ultrapassa a sua dimensão jurídica ou comercial. Tem valores, cultura, história, comportamento e uma relação emocional com a sociedade. A confiança que uma empresa conquista não resulta apenas daquilo que comunica, mas sobretudo daquilo que faz.

O produto não desaparece depois da compra

Um produto pode sair da prateleira, mas o seu impacto permanece.

A embalagem continua a existir. Os resíduos do produto permanecem. A distribuição e a logística deixaram uma pegada. A comunicação utilizou recursos. E aquilo que acontece à embalagem depois do consumo — seja através da reciclagem, da deposição em resíduos ou do abandono no espaço público — continua a fazer parte da realidade daquele produto.

A questão colocada pela Floresta Amiga é simples:

“Se o produto tem a nossa marca antes de ser comprado, porque deixaria de ser responsabilidade nossa depois de ser comprado?”

A iniciativa defende, por isso, uma abordagem de 360 graus, na qual a responsabilidade da marca acompanha o produto antes, durante e depois da sua chegada ao consumidor.

A Floresta Amiga reconhece que nem todas as empresas têm capacidade financeira para desenvolver grandes programas científicos, ambientais ou de investigação.

A "pegada ambiental" não deve, contudo, ser um território reservado em exclusivo às grandes multinacionais.

Para as grandes e também para muitas pequenas e médias empresas, uma ação concreta, simples, transparente e mensurável pode ser uma forma realista de começar a intervir positivamente.

É neste contexto que surge a proposta da Floresta Amiga: transformar uma boa ação ambiental num ativo de marca.

Plantar árvores é uma ação simples e concreta. Permite às empresas participar numa iniciativa ambiental com uma expressão física e visível, contribuindo para a criação de novas áreas florestais e para um impacto ambiental positivo.

A proposta não pretende afirmar que plantar árvores elimina todos os impactos provocados por um produto. É um re-equilibrio. Pretende, antes, acrescentar uma ação positiva e mensurável ao ciclo de vida da marca, assumindo que nenhuma empresa consegue eliminar todos os impactos da sua atividade, mas todas podem escolher fazer alguma coisa para melhorar o resultado final.

Mais informções: www.floresta-amiga.pt

Floresta Amiga

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