No Verão, a Dama vale mais do que o Valete?
Se o jogo de cartas for de proveniência aristocrática, a dama valerá mais... se o jogo for de proveniência popular será o valete mais valioso...
Se o jogo de cartas for de proveniência aristocrática, a dama valerá mais... se o jogo for de proveniência popular será o valete mais valioso...
O verão já convida a dias na praia, mergulhos e brincadeiras ao sol, mas com os mais pequenos, é sempre bom garantir conforto e segurança.
Dr.ª Inês Laranjinha - Neurologista na ULS Santo António
Em representação da Sociedade Portuguesa do AVC
Num país onde falta tudo — professores, médicos, técnicos superiores, forças de segurança — menos retórica política, existe um património invisível que jaz em silêncio, emparedado pelo desleixo e pela amnésia: bairros inteiros do Estado, erguidos com dinheiro público para servir causas públicas, que hoje estão votados ao abandono. Não por falta de uso possível, mas por excesso de indiferença.
Artigo escrito por Mónica Velosa, médica gastrenterologista, Presidente do Núcleo de Neurogastrenterologia e Motilidade Digestiva (NMD) da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG)
A DECO INFORMA…
É provável que muitos portugueses nunca tenham ouvido falar do ukulele havaiano. E os que ouviram, dificilmente associam aquele som leve e vibrante ao Norte de Portugal ou à Madeira. Mas a verdade é esta: o instrumento que se tornou símbolo da música do Pacífico nasceu cá, com outro nome e com outras mãos. Chama-se cavaquinho. É português. E mudou, sem que o mundo o saiba, a história da música popular global.
Tenho falado nos últimos meses das entidades que nos tutelam, do pouco que nos têm ajudado e das necessidades deste setor no seu todo. Também tenho falado, insistentemente, nas medidas que estão em cima da mesa, como o regulamento da imprensa regional, ou mesmo os apoios previstos, que passam a ter uma componente mais camarária, “obrigando” as câmaras a contribuírem para o orçamento da imprensa regional. Embora não concorde com o acordo alcançado na anterior legislatura, e que penso que se irá manter nesta, é sempre um começo. Mas a este ponto, voltarei, com mais pormenores, e escamotearei, com alguma profundidade, o que realmente nos querem dar e como pode ser um presente envenenado. Mais à frente deste artigo abrirei o apetite para um posterior artigo mais aprofundado.
Nas paisagens de xisto de Trás-os-Montes, nos vales férteis do Tejo ou nas escarpas da costa atlântica, escondem-se mais do que memórias arqueológicas: reside uma herança genética antiga, silenciosa e única. Muito antes de sermos Portugal, éramos já outra coisa — e não éramos Castela. A ciência contemporânea tem vindo a confirmar aquilo que o instinto histórico português sempre pressentiu: Portugal tem uma assinatura genómica própria, distinta não só da Europa, mas também da própria Espanha. Essa diferença vem de longe, muito antes da fundação da nacionalidade.
PEDRO CABRAL
Presidente da Comissão Política da Secção de Lagos do Partido Social Democrata