Modulação do microbioma intestinal pode ser a chave para atrasar a progressão da esclerose múltipla
Uma equipa de investigadores liderada pela professora Adelaide Fernandes, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, vai investigar novas formas de intervenção clínica na esclerose múltipla, uma doença neurodegenerativa autoimune crónica que é a principal causa de incapacidade neurológica não traumática.

