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Proprietária da loja Joaninha, junto ao Mercado Municipal de Santo Amaro, em Lagos, viu mulher de etnia cigana furtar tecido, no valor de 60 euros, para confeccionar roupa, e ainda foi insultada quando a suposta cliente fugiu para uma carrinha

Proprietária da loja Joaninha, junto ao Mercado Municipal de Santo Amaro, em Lagos, viu mulher de etnia cigana furtar tecido, no valor de 60 euros, para confeccionar roupa, e ainda foi insultada quando a suposta cliente fugiu para uma carrinha

Levou a peça mais cara sem pagar. Empresária acabou por não apresentar queixa na PSP.

A retrosaria Joaninha, situada na Rua Filarmónica 1º. de Maio, nº. 2, junto ao Mercado Municipal de Santo Amaro, em Lagos, foi assaltada por uma mulher de etnia cigana, na sexta-feira, dia 21 de Abril de 2023, perto das 12.00 horas, que furtou «um tecido com mais de três metros de extensão, em xadrez, para confeccionar roupa, no valor de 60 euros», disse, ao nosso Jornal, a proprietária do estabelecimento.

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«Começou a mexer num tecido que se encontrava numa prateleira, junto a um pequeno balcão, à entrada do estabelecimento, enquanto que as outras duas senhoras ficaram ao pé dela, a tentar encobri-la (…) disse para não mexer no tecido, pois ia ajudá-la»

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«Entraram nesta loja três senhoras de etnia cigana, com uma criança, numa altura em que eu estava a atender um casal cliente. Uma delas, aparentando cerca de 30 anos de idade e meio escura, começou a mexer num tecido que se encontrava numa prateleira, junto a um pequeno balcão, à entrada do estabelecimento, enquanto que as outras duas senhoras ficaram ao pé dela, a tentar encobri-la. Como já conhecia uma delas, disse à senhora para não mexer no tecido, pois ia ajudá-la», contou, ao Correio de Lagos, Joana Lavareda. A empresária até “já lhes conhecia as manhas.”

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«Já conheço estas senhoras de etnia cigana, que vêm da zona de Beja, todos os anos por esta altura com a justificação de apanhar caracóis. No ano passado, vieram numa carroça puxada por uma mula. Agora, apareceram numa carrinha Mercedes, mas não consegui tirar a matrícula»

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Numa altura em que a mãe da comerciante descia umas escadas daquela loja e também pediu à senhora de etnia cigana para “não mexer no tecido”, comunicando-lhe que ia “atendê-la”, Joana Lavareda acabou por ser insultada pela suposta cliente. «Chamou-me desconfiada, eu exaltei-me e ela foi-se embora com o tecido da roupa. Quando fui atrás da senhora, desapareceu e já nem vi a viatura Mercedes que estava estacionada nesta zona», lembrou, indignada, a dona do estabelecimento Joaninha. E acrescentou que, pouco depois, a mesma senhora de etnia cigana ainda apareceu num café «para comprar um pastel de nata para o meu menino». Foi, então, que Joana Lavareda a ameaçou que ia chamar a Polícia de Segurança Pública. Não mais a viu.

«Já conheço estas senhoras de etnia cigana, que vêm da zona de Beja, todos os anos por esta altura com a justificação de apanhar caracóis. No ano passado, vieram numa carroça puxada por uma mula. Agora, apareceram numa carrinha ‘Mercedes’, mas não consegui tirar a matrícula» - sublinhou a empresária, que acabou por não apresentar queixa na PSP por falta de provas do furto cometido. Curiosamente, o tecido para confeccionar roupa, no valor de 60 euros, que a senhora de etnia cigana levou sem pagar, até «era o mais caro da loja», lamentou Joana Lavareda, ainda incrédula com o sucedido.

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(Em actualização)

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