Rendas das casas no Algarve desceu 6,1% no último ano

Os preços das casas para arrendar no Algarve desceram 6,1% em fevereiro, face ao mesmo mês do ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 14,9 euros/m2 no final do mês, tendo em conta o valor mediano, afastando-se do máximo histórico de 16,1 euros/m2, registado em agosto de 2025.
Dos nove municípios do Algarve analisados, os preços das casas para arrendar subiram em cinco, mantiveram-se estáveis em dois e desceram em dois. A maior subida anual registou-se em Lagoa (17,9%), seguida de Lagos (6,5%), Portimão (3,4%), Faro (3,2%) e Loulé (1,3%). Os preços mantiveram-se estáveis em Olhão (0,2%) e em Silves (-0,3%). Em sentido contrário, verificaram-se descidas anuais em Vila Real de Santo António (-4,9%) e em Albufeira (-4%).
No ranking dos municípios mais caros para arrendar casa, Loulé lidera, com um preço mediano de 17,2 euros/m2, seguido de Lagos (15,9 euros/m2) e de Lagoa (15,4 euros/m2). Logo depois surgem Albufeira (14,9 euros/m2), Faro (14,7 euros/m2) e Portimão (14,1 euros/m2). Entre os valores mais acessíveis encontram-se Silves (13,5 euros/m2), Olhão (12,2 euros/m2) e, por fim, Vila Real de Santo António (11,8 euros/m2).
A nível nacional, o arrendamento desceu 1,4% no último ano, situando o seu preço em 16,2 euros/m2.
Cidades capitais de distrito e região autónoma
O preço das casas para arrendar aumentou em 9 das 15 capitais de distrito e regiões autónomas analisados. As maiores subidas anuais registaram-se em Bragança (16,9%), Coimbra (11,4%) e Leiria (10,4%). Seguem-se Viana do Castelo (9,8%), Setúbal (9,3%) e Ponta Delgada (9,2%). Também se observaram aumentos em Castelo Branco (4,1%), Faro (3,2%) e Aveiro (2,3%). Em sentido contrário, registaram-se descidas anuais no Porto (-2,5%), Braga (-1,6%), Évora (-1,2%) e Viseu (-0,8%). Já em Lisboa (-0,5%) e Funchal (0,5%), os preços mantiveram-se estáveis.
Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 21,7 euros/m2, seguida do Porto (16,8 euros/m2) e do Funchal (16,2 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,7 euros/m2), Setúbal (13,7 euros/m2) e Coimbra (12,8 euros/m2).
Seguem-se Évora (12,4 euros/m2), Aveiro (11,5 euros/m2) e Ponta Delgada (11 euros/m2). No segmento intermédio encontram-se Braga (10,2 euros/m2), Viana do Castelo (9,5 euros/m2) e Leiria (9,3 euros/m2). As capitais mais económicas continuam a ser Viseu (7,5 euros/m2), Castelo Branco (7,1 euros/m2) e Bragança (6,7 euros/m2).
Distritos e ilhas
Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em 12 dos 20 distritos e ilhas analisados, mantiveram-se estáveis em dois territórios e desceram em seis. A maior subida anual registou-se em Bragança (31,2%), seguida de Beja (24,2%), Castelo Branco (17,3%) e Coimbra (16,9%). Registaram-se ainda aumentos na ilha de São Miguel (8,9%), Leiria (6,8%), Aveiro (6%), Portalegre (5%), Setúbal (4,6%), Braga (4,3%), Viana do Castelo (3,7%), Santarém (3,5%) e Évora (2,8%). Já na ilha da Madeira (0,1%) e em Lisboa (-0,2%), os preços mantiveram-se estáveis. Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se na Guarda (-7%), em Vila Real (-6,4%), em Faro (-6,1%), no Porto (-2,7%) e em Viseu (-1,6%).
Lisboa lidera o ranking dos distritos e ilhas mais caros para arrendar casa, com um preço mediano de 20 euros/m2, seguida da ilha da Madeira (15,7 euros/m2) e do Porto (15 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,9 euros/m2) e Setúbal (14,5 euros/m2). Com valores acima dos 10 euros/m2 encontram-se ainda Coimbra (11,9 euros/m2), Beja (11,7 euros/m2), São Miguel (11,7 euros/m2), Évora (11,5 euros/m2), Braga (10,3 euros/m2), Aveiro (10,1 euros/m2) e Leiria (10 euros/m2). No segmento intermédio surgem Viana do Castelo (9,2 euros/m2), Santarém (8,7 euros/m2) e Castelo Branco (8,3 euros/m2). Os distritos mais económicos continuam a ser Viseu (7,2 euros/m2), Bragança (7,2 euros/m2), Vila Real (7,1 euros/m2), Portalegre (7 euros/m2) e, por fim, a Guarda (6,3 euros/m2).
Regiões
Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em quatro das sete regiões portuguesas analisadas, desceram em duas e manteve-se estável em uma.
As maiores subidas anuais registaram-se no Centro (8,8%), seguido da Região Autónoma dos Açores (4,6%) e do Alentejo (3,3%). A Região Autónoma da Madeira (0,8%) apresentou um aumento ligeiro. Já a Área Metropolitana de Lisboa (-0,2%) manteve-se estável. Em sentido contrário, verificaram-se descidas anuais no Algarve (-6,1%) e no Norte (-3,3%).
A Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a região mais cara do país para arrendar casa, com um preço mediano de 19,4 euros/m2. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira (15,7 euros/m2) e o Algarve (14,9 euros/m2). Logo depois surgem o Norte (13,7 euros/m2) e o Alentejo (11,6 euros/m2). As regiões mais acessíveis continuam a ser a Região Autónoma dos Açores (10,7 euros/m2) e o Centro (10,1 euros/m2).
Índice de preços imobiliários do idealista
Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.
Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.
O relatório completo encontra-se em:
https://www.idealista.pt/media/relatorios-preco-habitacao/arrendamento/
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