(Z1) 2025 - Intermarché

Rendas das casas no Algarve aumentaram 14,5% em março

Rendas das casas no Algarve aumentaram 14,5% em março

  • Arrendar casa na região custa 15,3 euros/m2
  • Preços subiram em Faro (16,7%), Lagos (8,7%) e Olhão (8,4%)
  • O município mais barato para arrendar casa é Olhão (12,2 euros/m2)
  • A nível nacional, os preços subiram 4,9%

Os preços das casas para arrendar no Algarve subiram 14,5% em março face ao mesmo mês do ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 15,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de março, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, os preços subiram 7,3%.

No último ano, os preços na região subiram em Albufeira (23,3%), Faro (19,2%), Silves (18,6%), Vila Real de Santo António (17,5%), Lagoa (11,1%), Olhão (6,4%), Loulé (6,1%), Lagos (5,6%) e Portimão (2,1%).

O município mais caro para arrendar casa é Loulé (17,2 euros/m2), seguido por Albufeira (15,7 euros/m2), Lagos (15 euros/m2), Faro (14,2 euros/m2), Silves (14 euros/m2), Portimão (13,4 euros/m2), Lagoa (13,4 euros/m2), Vila Real de Santo António (12,7 euros/m2) e Olhão (12,2 euros/m2).

A nível nacional, o preço da habitação subiu 4,9% em março, situando-se em 16,6 euros/m2.

Cidades capitais de distrito

O preço das casas para arrendar subiu em Faro (19,2%), Funchal (18,2%), Braga (15,4%), Évora (14,3%), Santarém (11,4%), Leiria (7,3%), Coimbra (6,6%), Setúbal (4,7%), Viana do Castelo (4,3%), Viseu (2,9%), Porto (2,2%) e Lisboa (2%). Já em Aveiro (-1,9%) e Castelo Branco (-3,5%), as rendas ficaram mais baratas no último ano.

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 22 euros/m². Porto (17,5 euros/m²) e Funchal (15,9 euros/m²) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (14,2 euros/m²), Setúbal (12,3 euros/m²), Évora (12,2 euros/m²), Coimbra (11,9 euros/m²), Aveiro (10,9 euros/m²), Braga (10,6 euros/m²) e Santarém (8,8 euros/m²). Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (6,6 euros/m²), Viseu (7,8 euros/m²) e Leiria (8,6 euros/m²).

Distritos/Ilhas

Dos 18 distritos e ilhas analisadas, os preços subiram em Vila Real (38,8%), ilha de São Miguel (21,5%), ilha da Madeira (15,7%), Faro (14,5%), Santarém (14,1%), Évora (12,2%), Portalegre (11,9%), Braga (11,6%), Castelo Branco (9,8%), Setúbal (9,6%), Viana do Castelo (8,4%), Coimbra (7,2%), Viseu (6,4%), Leiria (4,1%), Porto (3,4%), Lisboa (3,1%) e Aveiro (2,4%). Beja foi o único distrito a registar uma descida (-9,2%).

De referir que o ranking dos distritos e ilhas mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (20,2 euros/m2), seguido pelo Porto (15,6 euros/m2), ilha da Madeira (15,5 euros/m2), Faro (15,3 euros/m2), Setúbal (13,8 euros/m2), Évora (11,1 euros/m2), Coimbra (11 euros/m2), ilha de São Miguel (10,4 euros/m2), Braga (10,2 euros/m2), Leiria (9,6 euros/m2), Aveiro (9,6 euros/m2), Beja (9,2 euros/m2), Viana do Castelo (8,9 euros/m2), Santarém (8,5 euros/m2) e Vila Real (8,2 euros/m2). Já as casas para arrendar com preços mais económicos encontram-se em Portalegre (6,5 euros/m2), Castelo Branco (7,5 euros/m2) e Viseu (7,5 euros/m2).

Regiões

Em março, os preços das casas para arrendar subiram em todas as regiões do país. A liderar as subidas encontra-se a Região Autónoma dos Açores (15,2%) e a Região Autónoma da Madeira (15,2%), seguida pelo Algarve (14,5%), Alentejo (9,8%), Centro (6,6%), Norte (4,9%) e Área Metropolitana de Lisboa (3,7%).

A Grande Lisboa, com 19,6 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pela Região Autónoma da Madeira (15,4 euros/m2), Algarve (15,3 euros/m2) e Norte (14,4 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (9,7 euros/m2), Região Autónoma dos Açores (10 euros/m2) e o Alentejo (11 euros/m2), que são as regiões mais baratas.

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

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