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Preço das casas para arrendar no Algarve desce 2,7% durante a pandemia

Preço das casas para arrendar no Algarve desce 2,7% durante a pandemia

Os preços das casas para arrendar no Algarve desceram 2,7% num ano, em Março de 2021 face ao mesmo mês do ano passado, um período marcado pela chegada da pandemia da Covid-19 ao país. Segundo o índice de preços do Idealista, no final do mês de Março deste ano, arrendar casa na região tinha um custo de 9,1 euros por metro quadrado (m2). Já em relação à variação trimestral, a descida foi de 0.9%.

A maior descida de preços da região registou-se em Albufeira (-11%), seguida por Portimão (-10,8%). Seguem-se Tavira (-8,7%), Lagos (-7,7%), Vila Real de Santo António (-5,9%) e Loulé (-4,7%). Faro não acompanha a tendência da região e apresenta uma subida nos seus preços de 1,6%.

O município mais caro para arrendar casa é Loulé (10,5 euros/m2), seguido por Lagos (9,1 euros/m2) e Albufeira (8,5 euros/m2). Em contrapartida, os mais económicos são Olhão (7,6 euros/m2), Faro (8 euros/m2) e Portimão (8,1 euros/m2).

No resto do país, o arrendamento em Portugal registou uma descida de 5,7% nos últimos 12 meses, situando-se nos 11 euros/m2.

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Regiões de Portugal

Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-6,4%), no Algarve (-2,7%) e no Norte (-1,3%). Por outro lado, foi na Região Autónoma dos Açores onde se assistiu a uma maior subida dos preços, sendo a subida de 19%, seguida pelo Centro (4,7%), Região Autónoma da Madeira (4,6%) e Alentejo (2,1%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,6 euros por m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Norte (9,3 euros por m2), Algarve (9,1 euros por m2), e Região Autónoma da Madeira (8,3 euros por m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,3 euros por m2), o Alentejo (7,1 euros por m2) e a Região Autónoma dos Açores (7,3 euros por m2), que são as regiões mais baratas.

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Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores descidas durante a pandemia tiveram lugar em Viana do Castelo (-8,8%), Lisboa (-7,2%), Braga (-6,8%), Leiria (-5,2%), Faro (-2,7%) e Porto (-2,2%).

No sentido contrário, subiram em Viseu (20,8%), Ilha de São Miguel (19,5%), Vila Real (11,5%) e Coimbra (6,5%). Seguem-se na lista Santarém (4,2%), Ilha da Madeira (4%), Aveiro (3,8%), Setúbal (1,1%) e Castelo Branco (0,9%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é Lisboa (12,9 euros por m2), seguido pelo Porto (9,9 euros por m2), Faro (9,1 euros por m2), Setúbal (8,5 euros por m2) e Ilha da Madeira (8,3 euros por m2). Arrendar casa na Ilha de São Miguel custa 7,5 euros por m2, em Aveiro 6,9 euros por m2, Coimbra 6,7 euros por m2 e Braga 6,1 euros por m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Castelo Branco (4,8 euros por m2), Vila Real (4,9 euros por m2), Santarém (5 euros por m2), Viseu (5,2 euros por m2), Viana do Castelo (5,4 euros por m2) e Leiria (5,7 euros por m2).

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Cidades capitais de distrito
O preço de arrendamento desceu em 6 capitais de distrito, com Leiria (-18,6%) e Lisboa (-9,6%) a liderarem a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Braga (-9,5%), Viana do Castelo (-5%), Aveiro (-3,9%) e Porto (-1,7%).

Por outro lado, os preços aumentaram em Castelo Branco e Setúbal (13% em ambas as cidades), Ponta Delgada (11,6%), Coimbra (11,2%), Viseu (7,8%), Funchal (3,9%) e Faro (1,6%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,6 euros por m2. Porto (10,6 euros por m2) e Funchal (8,4 euros por m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respectivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,6 euros por m2), Leiria (4,9 euros por m2) e Viseu (5,2 euros por m2).

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Índice de preços imobiliários do Idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do Idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Inclui-se ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartam-se todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interacção pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Veja o relatório completo aqui.

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