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Mais de 350 participantes presentes na 1ª edição do Startup Capital Summit em Coimbra

Mais de 350 participantes presentes na 1ª edição do Startup Capital Summit em Coimbra

Realizou-se ontem, em Coimbra, a primeira edição do Startup Capital Summit. O evento organizado pela Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), com o apoio do Fundo Europeu de Investimento (FEI), filial do Grupo Banco Europeu de Investimento (BEI), através do programa Portugal Tech, contou com a presença de mais de 350 participantes

O Pavilhão Centro de Portugal foi o palco da iniciativa que reuniu mais de 50 especialistas, entre eles investidores, empreendedores e investigadores nacionais que debateram as últimas tendências do ecossistema de capital de risco português. O Secretário de Estado de Defesa do Consumidor, João Torres, defendeu que “São empresas como as que já foram apoiadas no âmbito do Portugal Tech que nos fazem crer na dimensão global da economia portuguesa do futuro. Os investidores internacionais acreditam, cada vez mais, no sucesso das ideias de negócio que surgem no nosso país. Cumpre-nos garantir a existência das condições para que possam prosperar”. Para Kreilgaard Kim, Chefe do Escritório de Representação em Lisboa do Grupo BEI, esta ação “é uma oportunidade única para refletir sobre os desafios de financiamento que as startups Portuguesas enfrentam. A escassez de capital para apoiar projetos de qualidade nas suas fases iniciais é uma falha de mercado que o grupo BEI, em parceria com a IFD, tem procurado colmatar. O Grupo BEI está absolutamente determinado em continuar a trabalhar com a IFD para impulsionar o desenvolvimento de um mercado de capital de risco mais forte e sustentável. A parceria Portugal Tech é um excelente exemplo dessa frutífera colaboração”. O Startup Capital Summit decorreu durante todo o dia, dividido em cinco painéis e três mesas redondas que exploraram temáticas como transferência de tecnologia, financiamento, capital de risco e políticas públicas de apoio ao investimento.

Segundo o Presidente Executivo da IFD, Henrique Cruz, “o Startup Capital Summit é uma excelente oportunidade para promover os instrumentos financeiros ao dispor de startups e projetos de empreendedorismo em estágio inicial e demonstrar, ao mesmo tempo, como a IFD importa as boas práticas internacionais na gestão de capital de risco para o ecossistema português”. O evento reuniu diversas entidades parceiras da IFD nos segmentos de capital de risco e business angels, cofinanciados por fundos provenientes do Portugal 2020 geridos pela IFD. A sessão da tarde foi dedicada ao programa Portugal Tech, uma parceria entre a IFD e o FEI que combina fundos nacionais e europeus para financiar startups, projetos de transferência tecnológica e empresas de base tecnológica. O Diretor do Departamento de Programas de Capital de Risco do FEI, Jacques Darcy, destacou que o Portugal Tech mobilizou até ao momento mais de 200 milhões de euros e já ajudou a financiar 15 startups portuguesas.

Durante o evento defendeu que “Portugal deve apostar neste tipo de parcerias tão eficazes para atrair não só capital europeu mas também capital privado de investidores que tipicamente não investem em capital de risco.” A cerimónia contou ainda com a participação de Amílcar Falcão, Reitor da Universidade de Coimbra, Nuno Gonçalves, Vogal do IAPMEI e Rita Marques, CEO da Portugal Ventures. Sobre a IFD: A Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD) é a instituição de fomento nacional portuguesa. A IFD cria instrumentos financeiros para colmatar as insuficiências de mercado no financiamento de PME e Mid Caps. Sobre o BEI: O Banco Europeu de Investimento (BEI) é a instituição de financiamento a longo prazo da União Europeia, cujo capital é detido pelos Estados-Membros. Concede financiamentos a longo prazo para investimentos viáveis que contribuam para a concretização dos objetivos políticos da UE. Sobre o FEI: O Fundo Europeu de Investimento (FEI) é o resultado de uma parceria público-privada entre o BEI, a Comissão Europeia e várias entidades públicas e privadas.

A sua tarefa central é apoiar as PME da Europa, ajudando-as a ter acesso a financiamento através de fundos de capital de risco, garantias e microcrédito. Neste papel, promove os objetivos da UE de apoio à inovação, empreendedorismo, crescimento e emprego.

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