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Covid-19: ALGFUTURO afirma que o Algarve não é Faroeste e atribui culpas perante «afundanço da região»

Covid-19: ALGFUTURO afirma que o Algarve não é Faroeste e atribui culpas perante «afundanço da região»

No seguimento da mais recente deslocação ao Algarve pelo Vice-Almirante Gouveia e Melo, para a União Empresarial do Algarve – ALGFUTURO «é da mais elementar justiça (...) manifestar público reconhecimento àquele oficial superior da marinha pelo brilhante trabalho que tem feito, pondo a ordem possível numa “casa” como é a Administração Publica pouco dada a rigor, objectivos, prazos, etc».

A visita do coordenador da “task force” esta quinta-feira aos centros de vacinação de Portimão e Faro serviu para observar de perto a realidade vivida na região.

Em contraponto, a situação de calamidade económica e social com que o Algarve se debate este ano levou a que a Comissão Executiva da Algfuturo se pronunciasse uma vez mais a respeito do «afundanço da região». Infra, remete-se para do comunicado endereçado aos meios de comunicação esta tarde:

São múltiplas as causas que contribuíram para o afundanço da região, como a União Empresarial do Algarve previu se não fossem tomadas medidas concretas. Como, infelizmente não foram, o verão afundou-se quanto a turistas estrangeiros.

Em resumo, em tempo, reclamámos que depois de vacinados todos os grupos de risco fosse dada prioridade às regiões mais sacrificadas do país por terem percentagens de dependência do turismo superiores a 50% garantindo elevadas percentagens de vacinação no mínimo no fim de junho/princípios de Julho. O que aconteceu? Exatamente o contrário, com o Algarve apenas com 57,5% de vacinação já em pleno Agosto.

Resultado? Um descalabro, até agora com um Verão pior ainda do que o do ano passado.

Apoios reforçados pela crise ainda maior do que no resto do país? Nada.

Por outro lado, como já demonstrámos, em termos gerais no Algarve nenhum esforço especial foi desenvolvido para prevenção das infecções. Pelo contrário, Algarve muitas semanas no topo nacional.

Conclusão: somos solidários com todo o país nesta desgraça, mas não podemos calar a revolta pelo desprezo com que o Algarve tem sido tratado e sim atender à crise maior do país.

Neste sentido, o núcleo continua a reclamar pela «concretização da vacinação plena» por forma a garantir «aos residentes e turistas que, apesar de tudo, podem vir tranquilos porque há cá lei e ordem e o Algarve não é o “Far West” [faroeste], estando as forças da ordem actuantes sem transigências».

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