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AHRESP: Confinamento mais longo precisa de «apoios robustos»

AHRESP: Confinamento mais longo precisa de «apoios robustos»

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) insiste na importância de «apoios robustos», a fundo perdido, e que estes cheguem «rápida e agilmente» às empresas, tal como defende o núcleo desde o início da pandemia.

O provável prolongamento do Estado de Emergência e do confinamento, cuja decisão irá depender da evolução pandémica, terá consequências dramáticas para as empresas de Restauração e similares, bem como do Alojamento turístico.

Antes de se pensar em prolongar, ou não, uma situação de confinamento geral, que é sempre acompanhada de medidas muito restritivas, é preciso, segundo a AHRESP, «resolver o gravíssimo problema das empresas que mais têm sofrido com a actual situação» e para as quais os apoios disponíveis são «manifestamente insuficientes», deixando de fora inúmeros agentes económicos e chegando «quase sempre demasiado tarde».

Além disso, a AHRESP tem defendido o urgente alargamento do prazo de requerimento do Apoio Extraordinário à Redução de Atividade Económica, que terminou ontem, dia 10 de Fevereiro, aplicado aos trabalhadores independentes e sócios-gerentes de actividades sujeitas ao dever de encerramento.

Vários empresários tiveram dificuldades em submeter os seus pedidos, uma vez que o sistema lhes solicita que preencham a quebra de facturação registada devendo ser obrigatoriamente de 100%. O sector da Restauração e similares, embora esteja sob obrigação de encerramento, pode funcionar em regime de take-away ou entregas ao domicílio e nesses casos, as quebras de facturação apesar de muito acentuadas não são de 100%.

Sendo este apoio atribuído com base no encerramento da actividade e não na quebra de facturação, é urgente corrigir este constrangimento e alargar o prazo de submissão de requerimentos, sob risco de vários empresários ficarem excluídos do apoio num mês de pleno confinamento.

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