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Trabalhadores dos SAMS ficam sem Acordos de Empresa com a cumplicidade do Ministério do Trabalho/ Governo

Trabalhadores dos SAMS ficam sem Acordos de Empresa com a cumplicidade do Ministério do Trabalho/ Governo

De acordo com o comunicado do Sindicato de Enfermeiros Portugueses (SEP), a Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT)/ Ministério do Trabalho inadmissivelmente publicou em 22 Junho, os avisos de caducidade dos Acordos de Empresa (AE) dos SAMS Sul e Ilhas deixando mais de 1 milhar de trabalhadores sem carreira profissional.

Para o SEP «a Direcção do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), entidade patronal que gere os SAMS Sul e Ilhas sempre se recusou a negociar, tendo encerrado sucessivamente todos os processos negociais, enquanto paralelamente tentava retirar direitos, que só não conseguiu, devido às lutas e denúncias, dos trabalhadores e dos seus representantes.

Os sindicatos e a Comissão de Trabalhadores, por diversas vezes alertaram os governantes para esta postura de intransigência, de irregularidades e de ausência de boa-fé negocial, que subverte os princípios da negociação e da contratação coletiva.

O Ministério do Trabalho/ governo que se afirma defensor do direito constitucional à contratação coletiva, nunca fez nada para defender os direitos destes trabalhadores, ao serviço do SBSI.

Com a publicação dos avisos de caducidade, o governo deu o seu aval, a uma fraude orquestrada pelos dirigentes do SBSI, um dos principais sindicatos da UGT, que recentemente passou a designar-se como “Mais Sindicato”, com a pretensão de vir a ter maior representação e a nível nacional.

Resta saber como reagirão os trabalhadores da Banca, que o SBSI/ Mais Sindicato pretende representar, perante esta demonstração de total falta de respeito pelos trabalhadores e pelos seus direitos!

Essa não é nem será a postura destes sindicatos e da Comissão de Trabalhadores, que continuarão a lutar com os trabalhadores do SBSI/SAMS, na defesa dos seus direitos e das suas condições de trabalho.

Lutarão ao seu lado, pelo direito à assistência nos SAMS, para os quais descontam mensalmente, mas que os dirigentes do SBSI lhes querem retirar.

Continuarão ainda a lutar pelos SAMS, cuja excelente imagem e serviços clínicos ajudaram a construir e a projectar ao longo das últimas décadas, mas que a Direcção do SBSI parece querer destruir, com a gestão ruinosa que tem implementado, prejudicial não só para os seus trabalhadores, mas também e sobretudo, para os seus beneficiários/ utentes.»

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