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PSD Algarve: Estado da Nação Algarvia é mau

PSD Algarve: Estado da Nação Algarvia é mau

Em dia de debate do Estado da Nação, o PSD Algarve avalia também o Estado da Região.

O Algarve enfrentou, por força da COVID-19, uma grave crise económica e social que não está ultrapassada, a maior do país e uma das maiores da Europa, registando perdas de mais de 16% na riqueza criada. O turismo está hoje em grande recuperação - o que se sauda -, mas há estrangulamentos para os quais o Governo não dá resposta.

A saúde no Algarve é cada vez mais uma saúde de ricos e pobres, com a segunda menor cobertura a nível nacional de médicos de família, listas e tempo de espera a crescer e vários dos piores indicadores hospitalares. O Algarve continua sem a perspectiva de um novo hospital.

Na educação, no fim do ano lectivo, havia 5000 jovens algarvios que não tiveram todas as disciplinas, o que é inaceitável e coloca em causa as aprendizagens e o seu futuro.

Na habitação, a par de Lisboa e Porto, o Algarve é onde se registam os preços de habitação mais elevados, o que, para uma região em que predominam os salários baixos, coloca em causa o acesso à habitação e convida a que as pessoas a abandonem ou que tenham um esforço desmesurado para a obter.

Na seca, tardam soluções para tornar a região mais resiliente e no investimento público, fora o processo de eletrificação da ferrovia - o qual é positivo -, todos os demais investimentos, como a requalificação da EN-125, o Porto de Portimão ou a ligação ferroviária ao aeroporto não têm lugar nas opções do Governo.

Para Cristóvão Norte, Presidente do PSD Algarve, “é uma governação que se limita a deixar que as coisas sigam o seu curso, sem atender à urgência de problemas que se vão somando e pondo em causa a igualdade de oportunidades. É um tormento arranjar uma casa para viver, uma escola boa para os filhos andarem, um hospital decente para serem tratados. No Algarve, está em causa a igualdade de oportunidades, sem serviços públicos adequados e uma economia diversificada.

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