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Odemira é uma das 42 autarquias que cuidam dos cuidadores informais

Odemira é uma das 42 autarquias que cuidam dos cuidadores informais

O Município de Odemira recebeu, pelo segundo ano, o selo de mérito do Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais, pelo trabalho desenvolvido através do projecto Cui(Dar)+. 

A 2ª edição da Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais (RACCI) distinguiu 42 autarquias, de norte a sul do país e ilhas, avaliadas por um júri independente, que implementam nos respetivos territórios medidas e ações de apoio aos Cuidadores Informais.

Com financiamento do Município de Odemira, o projeto Cui(DAR)+ é implementado pela TAIPA - Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Integrado do Concelho de Odemira e assenta na dinamização de uma estrutura de apoio e de acompanhamento aos cuidadores informais, centrado em três níveis de bem estar - Psicológico, Social e Físico - através do Gabinete de Apoio ao Cuidador que presta apoio psicológico, orientação e encaminhamento social e promove o Descanso do Cuidador. O CUI(DAR)+ dinamiza ainda um conjunto de ações de sensibilização e capacitação na área da prestação de cuidados a cuidadores informais e formais. O projeto conta com a parceria da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano e do Centro Distrital de Beja do Instituto de Segurança Social.

A Rede de Autarquias que Cuidam dos Cuidadores Informais (RACCI), um projeto do Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais, tem como missão reconhecer os municípios e as freguesias que desenvolvem as melhores práticas e medidas de apoio que dão resposta às necessidades dos cuidadores informais. Necessidades que, de acordo com o inquérito feito pelo Movimento, vão desde a falta de apoio emocional/psicológico (64,6%), apoios relacionados com Estado (59,1%), apoios financeiros (51,8%), até à necessidade de receber formação específica em algum aspeto do processo de cuidar (41,2%). O reconhecimento e definição legal do Estatuto de Cuidador Informal veio dar visibilidade a um trabalho insubstituível e de grande responsabilidade, muitas vezes invisível, de quem cuida, seja do cônjuge, de um filho, do pai ou da mãe.

Em 2021, o Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais já tinha desenvolvido a mesma iniciativa e reconhecido 24 autarquias pela implementação de boas práticas de apoio aos cuidadores informais.

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