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Bloco encontrou a 1ª pedra para a construção do Hospital Central do Algarve

Bloco encontrou a 1ª pedra para a construção do Hospital Central do Algarve

    No penúltimo dia da campanha eleitoral no Algarve a candidatura do Bloco de Esquerda levou a cabo uma acção pela defesa e melhoria do SNS na região. Muito maltratado nos tempos do governo do PSD/CDS, às ordens da troika, o SNS no Algarve não mereceu a atenção e os investimentos necessários durante os governos PS. Foram e são muitas as promessas, incluindo durante a pandemia, mas muito pouco avançou.

Um dos aspectos centrais do SNS no Algarve prende-se com a construção do almejado Hospital Central, cuja 1.ª pedra foi lançada pelo governo Sócrates em 2008 com conclusão do Hospital prevista para 2013. A candidatura bloquista foi à sua procura no Parque das Cidades, onde a encontrou escondida no meio do mato. Já passaram 14 anos do seu lançamento e nada avançou. Sabemos quem são os seus responsáveis – os governos do PS e dos PSD/CDS! Vêm agora estes partidos, mais uma vez em campanha eleitoral, dizer que a sua prioridade para a região é a construção do Hospital Central, o que não passa de manobras propagandísticas.

O Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um Projeto de Resolução, o qual foi aprovado, propondo ao governo que iniciasse os procedimentos considerados necessários para a construção do Hospital Central do Algarve. Esta proposta já tinha sido incluída pelo Bloco no OE para 2020. O que se exige é que o governo cumpra o que foi aprovado no Parlamento.

Outras propostas bloquistas no campo do SNS para a região são: dotar os Hospitais de Faro e Portimão com os recursos financeiros, humanos e técnicos necessários, melhorando significativamente a assistência hospitalar e as condições de trabalho dos seus profissionais; dotar o Centro de Medicina Física e Reabilitação de S. Brás de Alportel com os recursos financeiros e humanos necessários; assegurar, a todos os utentes do SNS na região, o direito a médico de família; aumentar o número de camas na rede pública de cuidados continuados e paliativos.

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