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Ambiente: Baratas continuam à solta, palmeiras esquecidas e falta de bancos de jardim

Ambiente: Baratas continuam à solta, palmeiras esquecidas e falta de bancos de jardim

Quando se trata de ambiente, é sempre oportuno sensibilizar os governantes, e por isso, este tema tem pernas para continuar na ordem do dia, sempre que se justifique.

Continuam as baratas à solta

Em 25 de Julho de 2026, o diário online do CL deu conta que em pleno Verão, andam baratas à solta, nas ruas, em habitações e até chegaram a um restaurante, tanto nas mesas da esplanada como a entrarem para a cozinha, perante a estupefação de moradores, clientes e funcionários.

Pois agora, já em Setembro, decorridos três meses, as baratas continuam às portas dos prédios ou mesmo junto aos elevadores.

Recorde-se que as baratas são grandes inimigas do ambiente urbano e trazem grandes riscos para os seres humanos, quando em condições propensas para a sua proliferação, multiplicam-se a uma velocidade incrível; Vivem em locais de saneamento, mas deslocam-se às edificações para respetiva alimentação, procurando abrigo e calor; Enquanto se movimentam no interior das habitações, vão deixando para trás bactérias, parasitas, entre outros.

No entanto, as baratas não precisam de contaminar uma superfície para prejudicá-lo, elas podem fazê-lo simplesmente existindo e transmitindo repugnância face à sua existência física.

Os seus excrementos, a urina e os corpos em decomposição da barata transformam-se em partículas que podem representar um risco sério aos asmáticos quando inaladas, especialmente crianças.

As autoridades devem tomar medidas urgentes e adequadas.

Palmeiras esquecidas ou mal tratadas em Lagos

O famoso “escravelho” há muito que salta para a ribalta para justificar a moléstia e abate das velhas palmeiras espalhadas por toda a cidade. Não obstante um número ainda razoável se mantenha na Avenida dos Descobrimentos, a par de um punhado delas sob a tutela de empresas privadas.

Conforme notícia publicada em 25 de Julho de 2025 no nosso Site, por exemplo, na Urbanização Marina Sol, perto de uma dezena das “velhinhas” que foram sendo abatidas, apenas foram substituídas 4, ficando o espaço verde mais pobre. Entretanto, as outras quatro novas e diferentes que foram colocadas, parecem não merecer tratamento adequado, como são os casos de duas à entrada da Urbanização, outra plantada há pouco tempo e o pior é que também a palmeira que está na rotunda não apresenta boas condições. De salientar que alguns moradores já chamaram a atenção dos responsáveis da Câmara Municipal que ainda não tiveram tempo para resolver a situação.

Se calhar, será melhor seguir o exemplo dos moradores do lote junto aos Campos de Ténis que plantaram as suas próprias árvores que embelezam aquela zona, há já alguns anos.

A falta de bancos de jardim

A propósito de critério, vale a pena chamar a atenção para as diferenças dos dois jardins nesta Urbanização. Com efeito, um deles, ainda com as árvores de grande porte, outras novas num espaço embelezado, contém 6 bancos onde residentes e visitantes aproveitam momentos de lazer.

Já o outro, junto à ribeira, embora com novas árvores e bem tratadas, alguém decidiu colocar apenas 1 banco de jardim. Deste modo, somente uma família consegue desfrutar do espaço, enquanto outros residentes ou mesmo clientes das diversas lojas dos prédios envolvente, têm de esperar à vez para se sentarem para descansar ou simplesmente olharem as crianças a brincar.

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