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Alexandre Pereira acompanha de perto as obras do novo Centro de Recolha Animal de Olhão

Alexandre Pereira acompanha de perto as obras do novo Centro de Recolha Animal de Olhão

O Deputado Municipal em Olhão tem vindo a assumir-se cada vez mais como a referência política na defesa da causa Ambiental, Animal e Social, um trabalho que é feito diariamente no terreno.

Alexandre Pereira refere que “só é possível desempenharmos uma oposição séria, coerente e construtiva, estando ao lado das pessoas e conhecendo os seus problemas.

Não é sério nem honesto fazer uma política do bota abaixo e do aponta o dedo, sem nunca contribuir com soluções para uma mudança. As pessoas sabem que estou na política para ser parte da solução e não mais um problema.” Alexandre Pereira tem sido uma voz ativa nas principais preocupações dos cidadãos, não só na causa animal, mas também na vertente social e ambiental, destacando que “é sempre preferível e mais eficaz executar políticas preventivas a montante do que resolver os problemas depois destes já existirem, sendo a Proteção e Bem-Estar Animal um desses exemplos, pois um município com uma estratégia eficaz e eficiente a montante, evita muitos dos problemas a que temos vindo a assistir”. Com o objetivo de acompanhar de perto os avanços e recuos da causa animal em Olhão, o Deputado Municipal do PAN Olhão visitou a obra do novo Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA), um espaço esperado há décadas e que está finalmente na sua fase final de construção. “Existe uma diferença evidente desde a nossa primeira reunião com a autarquia, em 2020, onde destacámos que uma aposta no bem-estar animal deveria priorizar campanhas de esterilização em massa, como meio mais imediato de minorar o problema do abandono e travar o aumento do número de animais errantes, realizando protocolos com mais clínicas veterinárias para aumentar o número de esterilizações, apostar em campanhas de sensibilização e adoção responsável, apoiar as dívidas que associações e cuidadores informais vão acumulando nas clínicas veterinárias para tratar e cuidar dos animais abandonados que são da responsabilidade da autarquia, havendo uma necessidade imediata de aumentar os valores dos subsídios às associações.” “Hoje, muitos desses passos têm sido dados e é com agrado que percebemos que o efeito do PAN em Olhão é real e faz muita falta.

Esta proximidade com a comunidade, associações, cuidadores informais, Juntas de Freguesia e Autarquia resulta, mas resulta porque estamos lá, no terreno, a identificar os problemas, a dialogar e ao mesmo tempo a apontar o melhor caminho para as soluções. É suficiente? Não, ainda não! Mas torna-se evidente que os alertas e chamadas de atenção constantes do PAN fazem falta em Olhão”, relembra o Deputado. “Depois de diversas dificuldades e adversidades durante a construção, a conclusão da infra-estrutura do novo CROA está prevista para o final do verão. Contará com um espaço para 60 felinos, 150 canídeos e ainda um local para equídeos. O espaço estará ainda equipado com um local específico para adoções, onde os possíveis tutores poderão passar algum tempo com os animais até que a adoção seja aceite. A equipa responsável pelo centro deverá ser composta por três médicos veterinários, no entanto, depois da saída dos dois veterinários municipais em 2023, Olhão viu-se sem um veterinário a tempo inteiro durante alguns meses, o que veio colocar ainda mais pressão na resolução dos problemas que enfrentamos diariamente. Entretanto, no início de abril entrou ao serviço um novo veterinário, com o qual esperamos reunir em breve.

Durante a visita identificámos alguns pormenores, como o facto de os alojamentos para os canídeos estarem muito perto dos alojamentos para os felinos, o que poderá provocar stress e comportamentos agressivos nos animais, pelo que sugerimos que seja feito um esforço para entre os espaços colocar uma barreira acústica. Pelo facto de o Centro de Recolha Animal estar muito isolado, a segurança do espaço foi também uma preocupação apontada por nós. No entanto, e apesar de ser mais um passo no sentido certo, este novo CROA não vem resolver os problemas que ainda se fazem sentir no dia a dia. Continua a não existir um regulamento de proteção, saúde e bem-estar animal; é urgente criar um Banco Alimentar Animal para famílias carenciadas, ajudando assim a minimizar a problemática do abandono animal por falta de recursos; a aplicação dos programas CED (Captura, Esterilização, Devolução) deverá ser mais eficaz e com maior coresponsabilidade por parte do município; e deverá também existir uma aposta forte numa política de educação/sensibilização sobre o tema da Proteção e Bem-Estar Animal à população em geral”, conclui Alexandre Pereira.

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