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A Juventude Popular de Faro saúda de forma clara e inequívoca o lançamento do concurso público para o novo Hospital Central do Algarve

A Juventude Popular de Faro saúda de forma clara e inequívoca o lançamento do concurso público para o novo Hospital Central do Algarve

A JP Faro considera que a Resolução do Conselho de Ministros que viabiliza o concurso para a construção do novo hospital constitui um marco histórico para a saúde nacional e, em particular, para o Algarve. Trata-se de uma decisão estruturante, há muito aguardada, que rompe definitivamente com décadas de indefinição, adiamentos e promessas falhadas.

Para os jovens populares, esta decisão governativa põe termo a anos de atraso acumulado sob governação socialista. Interpretam os falsos juramentos do anterior executivo como a principal razão para os farenses e algarvios se sentirem abandonados e esquecidos pelo poder político. Consideram ainda que esta decisão é um primeiro passo para devolver a confiança do povo nas instituições.


A Juventude Popular refere que sem a opção pelo regime de Parceria Público-Privada (PPP) a concretização do Hospital não seria possível. São mais de 420 milhões de euros que serão investidos numa fase inicial do processo e que rondarão os 1100 milhões de euros nos próximos 26 anos. Infelizmente, são valores que parecem não ser comuns para a realidade algarvia, mas reitera o compromisso do Governo para com a Região.

Os jovens populares criticam o “fraco posicionamento estratégico” do Partido Socialista. Entendem que há momentos em Democracia em que é preciso saudar a competência do Governo, neste caso, PSD/CDSPP. Afirmam ainda que é “risório o posicionamento de um Partido Socialista que tinha todas as condições para reforçar a Região Algarvia, mas que, mesmo com uma maioria absoluta, escolheu não o fazer”.

A Juventude Popular alerta, contudo, para a necessidade de acompanhamento permanente do processo. Reconhecendo a dimensão histórica da decisão, os jovens populares sublinham que se trata de um processo complexo e prolongado e que, em política, as vontades podem mudar rapidamente.

No comunicado, Lourenço Pinheiro de Melo, Presidente da Comissão Política, afirma que lutará pelo desenvolvimento juvenil e universitário. Entende que é “fundamental que o novo Hospital Central do Algarve tenha uma vertente universitária, tendo um espaço específico para que os alunos de Medicina da Universidade do Algarve desenvolvam as suas aptidões”. Lourenço Pinheiro de Melo considera ainda que o Hospital Central do Algarve é a peça que faltava para cumprir um objetivo estratégico do mandato, a criação de um curso de Medicina integral, com seis anos, na Universidade do Algarve, permitindo que um aluno que conclua o ensino secundário possa ingressar diretamente em Medicina na UALG.

O Presidente,

Lourenço Pinheiro de Melo

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